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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O encaixe

As coisas abolutas estão invadindo a minha consciência
Eu pessoalmente não acredito nelas...
Mas elas são tão convicentes...
Aquelas que me olham por todos os lados
Pobre de mim
Que não queria acreditar em absolutos
E agora, completamente rendido
E ABSOLUTAMENTE entregue...
Aos poucos passo a entender
Sabendo que nunca terá sentido
Você existe mesmo?
Você existe mesmo?
Você existe MESMO?
E aos prantos me envolvo na dúvida
Enquanto sua existência absoluta, me acalenta e adormece...
Cada pessoa é uma peça de um encaixe só
E cada encaixe é absoluto em seu papel...


















Stefano G. Machado enquanto observa...

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Coincidências e Ceticismos

Ocasionalmente precisamos acreditar em destino
Não que isso possa se tornar modismo
E, enquanto acreditamos ou não, ele prova cada vez mais
Brinca com as nossas escolhas e coloca o lívre arbítrio contra nós
Mas que se dane o livre arbítrio se no fim vou ser feliz...

E de repente, como uma epifania
Eu vislumbro um pouco dessa linha descarregadora em meu caminho
Olho e pergunto:
Ainda existe esperança?
Em troca você retruca:
Ainda existe esperança?

Contrariado ainda caminho
E no camaminho você e sua retórica me acompanham
Sigo feliz...
Porque sei que ganhei alguma coisa
Não sei o que ainda
Mas você, tenho certeza

 Stefano G. Machado discutindo esperanças.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Topografia condicionada a uma terna lavagem cerebral.

Quem disse que tudo não poderia ser diferente?
Quem disse que o meu verdadeiro nome seria tão mortal quando o dado em meu batismo mundano como mera identificação topográfica dentro de uma sociedade?
Quem disse que eu deveria seguir um padrão heterossexual, casar, ter filhos, ser politicamente correto (e falso moralista), gostar de novelas das oito, ler a Bíblia?
Quem disse que eu deveria ver tudo a cores mesmo estando deliberadamente descolorindo borboletas?
Quem disse que eu não poderia urinar no poste?
Quem justifica esta loucura de regras infundamentadas?
Eu não fujo a regra, fujo delas.
Não me deixo prender numa visão que me impuseram a ver
Sou um pensador ilegal
Porque sou livre
Penso com liberdade
E na liberdade não existe condições.
 

Stefano Machado vendo por tráz pra tráz

domingo, 1 de maio de 2011

Monólogo de uma verdade incognata...

Ainda que os pobres e sombrios silenciosos se condenem, eu não o faria...
Não que seja falso moralista ou somente moralista
Mas sou...
E isso não importa, porque não me importo
Feche a porta. A conversa é entre nós dois!
Onde estavam suas palavras ganhei somente o desalento do vazio...
Propriamente dito ou simplesmente ele mesmo
Condições essas que me impuseram frente a frente com minhas convicções
(também vazias)
E as coisas que existiam entre eu e você e transfiguraram o infinito hoje é apenas o espaço do silêncio
E o tempo que ansiava entre o despertar e a lembrança é somente a espera
Já me considerei mais realista, hoje sou só real.
Antes o medo
Hoje nem aquilo que me encara a face me faz temer.
Eu simplesmente destaquei de mim as coisas que fariam parte de um futuro feliz e vazio...
Prefiro acreditar em uma felicidade completa
E nela a solidão é a única companhia aceitável
A solidão não acompanha os felizes
Mas acompanha os que a escolhem
Sou convicto de minha dilatação diletante
E ela é espaçosa
Talvez você me ache prepotente ou duro
Mas na verdade eu vejo em você aquilo que você esconde
Aquilo que ninguém tem coragem de dizer
Sou uma verdade
E para aqueles que se escondem de mim só tenho algo a dizer
Seja aquilo que diz ou simplesmente não seja nada...

Stefano Machado... Será???

quinta-feira, 14 de abril de 2011

As vezes os garfos deveriam ser colheres

Me perguntaram há alguns dias "Qual a verdadeira razão da felicidade"?
Nossa! Me espantei pela profundidade da pergunta, mas pelo contexto exigia-se uma resposta simples, aliás simplória... Embora meu cérebro tivesse absorvido de forma irregular aquele questionamento... Me perguntei por dias: Pra que ser feliz? Afinal tudo parte de uma questão de interpretação individual, sendo este o ponto crucial da minha reflexão a postiori.

A felicidade é uma conclusão de fatores próprios criados a partir de contextos e ideossincrazias que vão se concretizando com o tempo pra formar o modelo ideal de futuro... Aí está o erro de grande parte da humanidade: MODELO IDEAL DE FUTURO!!!!!!

Ou seja, esqueça do trabalho, não invista em seu relacionamento, não pague as suas dívidas e sobretudo não ame o próximo... Se a felicidade reside de fato no futuro, nunca chegaremos lá... Futuro é só uma manisfestação de nossas condições mentais e pra aqueles que "dormem" o futuro é puramente inatingível...

Mas se felicidade é um fator próprio por que não condicioná-la ao presente? Idealizações não percisam necessariamente seguir o paradigma do tempo...
Aprendi que a ética se baseia em se questionar: Eu devo? Eu posso? Eu quero?
Quando a resposta for positiva nas três estaremos sendo éticos.
E a felicidade onde se enquadra?
No condicionamento...

O ser humano usa o garfo pra comer educadamente e mesmo assim reclama de boca cheia. Oras, por quê?
Escolhemos os garfos pra podermos parecer elegantes, mas com a colher conseguimos maiores porções no prato da felicidade...


Stefano Machado almoçando consigo mesmo (Adilha)... :-)

sábado, 25 de dezembro de 2010

Metonímia...

Ontem eu morri
Morri por viver demais
Ontem eu achei todas as cores no mesmo lugar
Ontem eu sorri e chorei
Ontem fui arremeçado aos confins do universo
Pela sua preposição egoísta
Teus pronomes pessoais

Ontem me disseste tudo nas palavras não proferidas
O segredo tornou-se tão público quanto disseminado em minhas veias

Descobri que te amar é um castigo
E serei castigado por anos afinco
Quando finalmente eu encontrar uma forma de ser seu em mim
Ou uma forma de me ser em ti
Eu deixarei de ser sacrifício
E passarei a ser andorinha.


Stefano G. Machado

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A minha pérola

Encantado entre todos os sonhos
Durante um momento sequer
Uma voz ensandecida me inebriava
Alçando vôo em cada palavra, sendo alto e plainando
Roçando uma vez por outra em minha alma
Dormente e me fazendo sentir
Opaco, mas precioso.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Condições


Não me disseram o que podia acontecer
Não me disseram que havia medo
Não me mostraram verdades homólogas
Me evidenciaram as mentiras análogas

Não me convenceram do contrário
Não me motivaram para frente
Não me consideram falso em essência
Mas me tornaram o realmente


Não me considere parte de um plano
Pois sou puro e consequente
E mesmo sobre uma única saída
Ainda existo como fator de condição.

Stefano G. Machado

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A epítome do Leviano


Sabemos exatamente quando algo não nos importa, mas quanto?

A medida que o peculiar torna-se familar acontece o fenômeno do costume. Talvez seja uma adaptação humana, mas muito dispensável.

A frieza seria, sobre este pressuposto, o costume ao abominável?

Onde fica o "humano"? O que é o" humano"?

Somos o reflexo do divino, mas filtramos tanto a sua luz que pouco restou de seu brilho...

O ser humano perdeu a pureza por sua própria criação, escondem seus rostos em suas formas e hipocrisias, condenam seus iguais apor suas diferenças sendo que o próprio pelo ponto de vista de outrem também é diferente. O ego é o farol de cada um, mas quando ele serve apenas para guiar sua própria embarcação ele desaparece para os outros.

Então pense...

O leviano acaba sendo vítima da própria arma.

Enquanto quem não possue os filtros na alma acabas por receber a luz completa do reflexo "divino" e contribui para guiar qualquer barco perdido no "nada".


Stefano G. Machado

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

A métrica dos mortos...

red
Tic tac, tic tac...

Ouçam o barulho dos tambores da morte

tic tac, tic tac...

Eles não chamam por seu nome

Tic tac, tic tac...

Mas cada cadência te deixa mais perto

Tic tac, tic tac

E o mundo segue o ritmo, por medo de seu chamado

Tic tac, tic tac...

Fingindo não ouvir e andando em sua direção

Tic tac, tic tac

Tic tac, tic tac

Ouçam a canção do fim

Pois o tempo é criação do homem

E também sua destruição para a eternidade

Tic...


Stefano G. Machado

sábado, 23 de janeiro de 2010

Senhor "S"


Do que vale se adiantar em todas as jogadas se você não aprender o sentido de jogar...
Eu sabia que este dia cedo ou tarde chegaria e que como sempre nunca estaria esperando (a surpresa é uma terra odiosa e amável).
Não sei se te beijo ou te afundo no piche de meus dias, nesses dias onde a rotina sufoca tanto que não se tem tempo pra se ter tempo. Eu me sentiria bem melhor se soubesse ler você como um vidente, em seus truques eu revelaria os seus segredos e nada poderia me impedir de descobrir a vontade por traz dos planos ou talvez das lágrimas que se passaram depois de mim.
Eu tenho medo, sou um ser humano afinal, e tento não errar quando consigo discernir o caminho. Mas quando tudo tá escuro qualquer lado é caminho, qualquer direção é seguível e nenhum lugar é seguro.
As vezes me pego rindo sabe? Naqueles sorrisos bobos e inocentes que são livres para não tornarem-se percebidos e são sinceros o suficiente para transcorrer em paz, me pego sorrindo talvez na esperança de que possa ser verdade, ou só a lembrança perdida de um beijo perdido num lugar perdido.
Tinha muitas palavras programadas para te fazer sofrer, mas estou em colapso. Eu travei no horizonte de seu encontro, eu travei em todos os momentos em que você resolveu mudar. Até quando acreditava que sua metamorfose não pudesse atingir-nos (isso me tirou a credulidade de que eu poderia ser eterno em você) eu não conseguia te fazer sangrar (a mera cogitação era assustador).
Não tente me provar nada.
Você errou em não perceber
Eu errei em julgar
Erramos em acreditar em "pra sempres"
Mas acertamos naquilo que mais valeu a pena (e que pena hein?!)
Quando sentir-se preparado a me olhar nos olhos, tente ser um pouco mais vidente. Não olhe mais aquilo que você quer ver, mas aquilo que realmente está lá. Eu te dei tantos sinais, te mostrei tantas vezes como não errar. Hoje acredito que você aprendeu em todos os passos que não deu e mesmo quando o destino te fez virar a curva, mesmo quando causamos esta curva em perceber que não podíamos sequer ser amigos, mesmo quando tentei fugir pra o mais distante que pude de você, eu percebi que fazia tudo isso (inclusive seguir meu caminho sozinho)porque eu queria te ver em paz.

Enquanto você interrogar o coração senhor"S" eu estarei ainda em busca do que é verdade, estarei experimentado o sabor da vida, sorrindo e chorando, estarei vivendo. Interrogue o quanto quiser, mas nesses anos de vida eu entendi que até o amor mortal tem fim e pode dá lugar a sentimentos não mais nobres, mas complementares e somente isso.

Duvide de tudo nesse momento a anistia é total. Mas não deixe ter medo, não há dúvidas em nossas histórias.

Me embale como quando só havia nós dois e você me dizia com palavras simples aquilo que eu queria ouvir, quando cansávamos juntos da vida e fazíamos planos. Até eu dormir e perceber depois que você parou a noite só pra me olhar em meu sono pesado.
Não quero me lembrar do que foi ruim, nada mais importante do que descobrir, que havia verdade em tudo. Mesmo sem entender o porquê.

Me embale em sua voz de noite. No escuro fendido pela rua nas janelas. Depois de haver amor em ato e me deixe dormir e sonhar com você mais uma vez.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Forasteiro...




Os milhões de nomes que te chamam perecem
As milhões de formas que se encaixam não te cabem
As bilhões de pessoas do mundo não te sosiam
Os quatro cantos da terra não te abrigam
As maravilhas do mundo não te igualham
As piores desgraças não me admiram tanto quanto
Vozes, vozes, vozes...
Eis me aqui receptáculo de sua essência
Eis me aqui vazio, mas atrevido
Eis me aqui nas terras alheias te provando um abrigo onde o mundo te estrangeiriza.




Stefano Machado tentando compreender

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Progresso!!!


ONde estamos agora???

Sei, sei o que vc está pensando, mas não falo sobre este ângulo?
Digo...

Onde chegou a humanidade...
Alguns dizem que estamos no ápice do progresso, outros dizem que chegamos à beira do caos, mas eu digo chegamos exatamente aonde queriamos está...

O ser humano engatinha ainda nos processos da ética e da ciência, nas concepções pessoais sobre certo e errado e sobretudo na auto afirnação no que diz respeito a seu poder pessoal!!!

Somos heróis em potencial, passamos por diversas adversidades por toda nossa história e vencemos, como seres humanos ou meros animais, todas elas!!!

Regemos o produto de humanizar para não sucumbir aos extintos, mas dessa forma nos tornamos autômatos de uma sociendade de padrões, deficientes quando aos nossos princípios e dependentes de grupos esteriotipados e interligados cujo o ciclo de concorrência permite nos prender à crença de que, de fato, estamos "indo pra frente".

Mas "pra frente" é pra onde???

Ora?!

Pra frente.

Não importa se é pra esquerda, para o norte, para cima 0u simplesmente para o fundo do poço...

O que rege a humanidade??
O simples fato de está em movimento...
Não importa se isso a levará a ruinas...

E o cobustível dessa máquina é a crença de que estamos fazendo o certo sem entender o que realmente estamos fazendo!!!!


Pois é...

Já diz Chaplin: "Não sois máquina, homem é que sois!"

Será que entendemos o que isto realmente quer dizer? Será que não somos máquinas? Será que queremos ser homens mesmo? Será?

Lupercos!!!